Porque um professor de economia reprovou a turma inteira! [2]

Publicado: 8 de abril de 2015 por Bill em Tudo Mais

Um professor de economia em uma universidade estadunidense (pq se não for nos eua não interessa) disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Essa classe em particular havia insistido que o capitalismo realmente funcionava: sem a interferência do governo penalizando os melhores pelo desempenho dos piores,
a sociedade seria mais justa, pois recompensaria os melhores e não o contrário.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento capitalista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.”

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Todas as notas seriam concedidas com base no desempenho individual  de cada aluno e aqueles que se destacassem seriam recompensados por “bônus da classe”. Assim, aqueles que receberem as maiores notas serão recompensados com esses bônus retirados das notas dos outros alunos.

Após calculada a distribuição das notas dentro do novo sistema a média da turma foi “B”, mas verificou-se uma maior disparidade no desempenho geral. Quem estudou com dedicação pulou de alegria, pois além do costumeiro A ganharam um bônus para as provas seguintes, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito descontentes com o resultado, pois todos receberam um “D” já que tinham de recompensar o desempenho superior dos colegas.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos, já que suas notas seriam subtraídas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que não precisavam estudar tanto agora, uma vez que a disparidade das notas aumentou, o bônus seguinte seria proporcionalmente maior. Como resultado, a segunda média das provas foi “D”. E embora os alunos preguiçosos protestassem contra a injustiça do novo sistema, os melhores alunos o defendiam, afinal, estavam sendo recompensados por serem os melhores, mesmo que não precisassem estudar como antes.

Depois da terceira prova, a média geral continuou sendo “D”. Os melhores continuaram recebendo A, mas agora todos os outros alunos receberam “F” para poderem pagar pelo desempenho superior dos melhores, que se acumulava prova após prova. As desavenças entre os alunos, a busca por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, a turma do “F” recusava-se a estudar para beneficiar a turma do “A” e a turma do “A” dizia que a culpa era deles por fazerem corpo mole, pois era só estudar e fazer parte do grupo de elite. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para a total surpresa do grupo “A”.

O professor explicou: “O experimento capitalista falhou porque quando a recompensa se dá em cima do trabalho alheio, o esforço é minimo”. Assim, enquanto os mais ricos tirarem do trabalho de toda a sociedade suas recompensas  e distribuírem os dividendos entre si, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto o exemplo do mundo, em que os países mais ricos são recompensados por bônus retirados dos outros”

1. Você não pode elevar o desempenho global recompensando os mais ricos;

2. Para cada um recebendo sem ter que trabalhar, há milhares trabalhando sem receber;

3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;

4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;

5. Quando uma pequena parcela da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois o restante da população irá sustentá-la, e quando este restante entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar essa pequena parcela, chegamos ao começo do fim de uma nação.

É o mais puro retrato do Brasil que vivemos.

JÁ DIZIA MARGARET THATCHER, “A CADEIA PRETENDE ENSINAR QUE O CAPITALISMO TEM UMA BASE MORAL E LEGAL E QUE NÃO É SIMPLESMENTE A LEI DA SELVA”.

Ainda bem que o professor não levou o experimento tão longe, né?

(Este Post foi baseado em uma historia vista aqui)

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